1- A autenticidade
Marina & The Diamonds mudou-se para Londres aos 18 anos para correr atrás de seu sonho de tornar-se cantora, deixando para trás seu pai, que vivia na Grécia, e sua mãe, que vivia em Gales, Reino Unido. Trabalhou como frentista em um posto de gasolina para juntar dinheiro e conseguir comprar um notebook. A partir daí, os primeiros passos de sua carreira foram produzidos inteiramente por ela própria, com auxílio de programas de computador e aplicativos de música como o GarageBand. Persisitiu na produção amadora de suas próprias demo até conseguir assinar com uma gravadora.
2- As letras divertidas
Até quem só conhece os singles mais famosos de Marina, sabe: as melhores partes das músicas são, definitivamente, as letras. Com alguns trocadilhos, algumas tiradas inteligentes e um quê humorístico e teatral, Marina consegue fazer com que as pessoas queiram, de fato, prestar atenção no que ela tem a dizer. Por exemplo, em “How To Be A Heartbreaker”, a cantora descreve as 4 regras que uma garota deve seguir para ser uma “partidora de corações” e não correr o risco de ter seu próprio coração partido. Em “Primadonna”, interpreta uma primeira dama egocêntrica, vazia e superficial. “Bubblegum Bitch” faz um trocadilho com chiclete ao fazer referência aos relacionamentos modernos, que são descartados após perderem o gosto. “E.V.O.L.” foi um single lançado no dia dos namorados (Valentine’s Day) de 2013 e é um trocadilho com “Love” (amor) escrito ao contrário e “Evil” (maligno). E por aí vai.
3- E sóbrias também
Apesar das diversas letras engraçadinhas e divertidas, Marina também possui muitas outras com certa profundidade crítica e ácida. A letra de “Hollywood”, por exemplo, faz críticas à indústria musical e a superficialidade promovida por ela. Em “Starring Role”, mostra seu lado vulnerável, narrando um romance problemático no qual não consegue ser a “protagonista”. “Sex Yeah”, por outro lado, já possui uma acidez explicitamente feminista.
”Teen Idle” narra os dilemas de uma garota infeliz obcecada com a superficialidade transmitida pela mídia.
4- As redes sociais
Até mesmo quem não é fã de sua música pode sentir muita vontade de segui-la no twitter ou no próprio instagram. Marina está sempre escrevendo tweets hilários ou postando imagens com frases que nós temos vontade de emoldurar no nosso quarto. Basta conferir o favstar de Marina (http://bit.ly/1hkjage) para entender. Alguns exemplos abaixo:
5- O Electra Heart
"Electra Heart" é o segundo álbum de estúdio de Marina. A parte interessante dele é o conceito por trás: ao longo das faixas, Marina desenvolveu o que chama de "The Archetypes" (os arquétipos), narrando personagens que representam estereótipos na cultura americana, principalmente. São quatro os arquétipos: "Teen Idle", "Primadonna", "Homewrecker" e "Su-Barbie-A". "Electra Heart" viria a ser a compilação de todos esses arquétipos, o que pode-se perceber no clipe, que foi o último single do álbum lançado, que é apenas uma sequência de recortes de todos os clipes anteriores.
Via: http://cincomotivos.com/



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